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Sonhando com a casa própria? Bom planejamento e organização financeira são fundamentais para fazer um bom negócio!

Saiba quais estratégias podem fazer a diferença na hora de comprar um imóvel!

Para quem deseja adquirir um imóvel, algumas dicas podem ajudar no orçamento e na segurança financeira. (Imagem: Blog Acordo Certo)

O sonho da casa própria tem se tornado uma realidade cada vez mais próxima nos últimos tempos. A pandemia ocasionada pelo novo Coronavírus acabou flexibilizando a economia com a taxa das quedas de juros, lançando novas oportunidades para quem deseja comprar um imóvel.

Embora o cenário e as condições estejam favoráveis para a aquisição da casa própria, realizar essa tarefa exige também planejamento econômico e muita disciplina! Afinal, quanto de fato é necessário poupar para comprar um imóvel?

Algumas dicas e recursos podem auxiliar na organização financeira na hora de adquirir um bem tão importante, seja para investir, seja para morar. Não basta economizar, é preciso planejar!

Avaliação da renda mensal

Fazer um estudo sobre as despesas fixas e variáveis é fundamental para qualquer planejamento financeiro. Isso porque, antes de economizar, é preciso se certificar do que é, de fato, um gasto extra e pode ser poupado.

Por isso, descrever os gastos numa planilha, separando entre o que pode ou não ser cortado do orçamento mensal é o primeiro passo para a organização. Assim, fica mais fácil determinar o quanto deve ser economizado.

Iniciar o planejamento estabelecendo um percentual mínimo da renda para dedicar somente a este fim é sempre interessante. Uma boa sugestão é separar cerca de 30% do orçamento, já que depois, possivelmente, essa quantia será empregada mensalmente no financiamento do imóvel. Sendo assim, quanto antes disciplinar os gastos, melhor.

Além disso, no caso do financiamento imobiliário, não é permitido pelas financeiras que o valor da parcela comprometa mais do que 30% da renda mensal. Aprender a economizar este percentual desde cedo é uma boa forma de educar o bolso e garantir a segurança financeira necessária ao parcelamento.

Aplicar as economias guardadas ou investir

Se o projeto de aquisição do imóvel for de médio a longo prazo, uma dica interessante é aplicar a quantia que vem sendo economizada mês a mês.

Esse dinheiro pode ser investido em uma aplicação bancária de pouco risco que, com a incidência de juros, gere rendimento e mais capitalização. Além disso, o dinheiro parado desvaloriza, já que sofre a inflação do mercado.

Se já houver uma certa quantia guardada, outra boa opção é investir diretamente na compra de um imóvel próprio, ainda que financiado. Isso porque o imóvel não sofre tão diretamente as alternâncias do mercado como a moeda, que está sujeita a oscilações de acordo com a alta e baixa da bolsa de valores e fatores determinantes da economia interna e externa.

Assim, o dinheiro aplicado na compra da casa própria pode render bons frutos no futuro, com a valorização do imóvel, além de evitar que seja gasto em bens alugados, onde não há qualquer possibilidade de retorno.

Aplicar as economias em um programa de rentabilidade ou utilizar os recursos num bem próprio se mostram melhores alternativas no atual cenário financeiro. (Imagem: Userfunction)

Priorizar o valor de entrada

Por geralmente se tratar de quantias mais significativas, nem sempre é possível pagar um imóvel à vista. Nesses casos, resta recorrer a um sistema de pagamento parcelado, mas é necessário ter em mente a incidência de juros no decorrer do contrato.

No caso de realizar financiamento próprio com a Loteadora ou Construtora, há mais flexibilidade na forma de negociar, já que existe mais margem para trabalhar as taxas de juros de forma acessível e convidativa, além da disponibilidade do parcelamento estendido de um modo mais confortável ao bolso.

Em alguns casos, outra vantagem de se fazer a negociação diretamente com a incorporadora é a possibilidade de incluir bens e automóveis como permuta de parte do pagamento, oferecendo ainda mais recursos financeiros ao comprador.

Se a alternativa for recorrer ao SFH (Sistema de Financiamento Habitacional), o percentual financiável é de até 80% do valor total do imóvel, permitindo também o uso do FGTS para quitar parte da dívida.

Já para o SFI (Sistema de Financiamento Imobiliário), essa alíquota pode chegar a 90% do valor, porém, com juros um pouco mais altos dos que os praticados no SFH e sem a possibilidade de saque do Fundo de Garantia.

Assim, é necessário pesar, entre as instituições e sistemas financeiros, qual oferece taxas de juros mais baixos ao longo do parcelamento e as condições mais flexíveis para quitar a dívida.

Pesquisar as condições de pagamento que cabem no bolso

Entre as diversas opções de taxas e alíquotas oferecidas pelas instituições financeiras, é necessário pesquisar para ver qual alternativa melhor se encaixa no orçamento. (Imagem: Pinterest)

Com o orçamento devidamente planejado, resta saber qual forma de pagamento melhor se encaixa ao que se pode pagar. Se a compra não puder ser realizada à vista, é possível optar por um consórcio ou por um financiamento confortável ao bolso. Mas qual é a melhor opção?

Caso o desejo de realizar o sonho da casa própria seja algo pro futuro, o consórcio se revela uma alternativa viável, porque não conta com inclusão de juros nas parcelas. Mas é preciso ter paciência até ser contemplado!

Se o modelo de consórcio oferece um ponto positivo pelo não pagamento de juros, conta com um ponto negativo de ter que aguardar por muito tempo até poder fazer uso da carta que viabilizará a compra do imóvel.

Apresentando-se como outra modalidade, o financiamento se mostra uma alternativa interessante e acessível, já que as construtoras e financeiras têm margem para conseguir boas condições de acordo com o perfil do cliente.

Isso se explica também em razão do momento do mercado imobiliário como consequência da pandemia por COVID-19. A flexibilização econômica gerada pela pandemia ocasionou o melhor cenário do mercado imobiliário nos últimos anos, propiciando oportunidades e alternativas de negociação que há muito não se via.

Outro fator a ser levado em consideração é que há bastante variação nas taxas de juros oferecidas pelas instituições bancárias, então vale a pena fazer um levantamento das melhores opções de financiamento.

Organize suas economias e faça um planejamento financeiro! Com boas estratégias, comprar o imóvel tão sonhado será muito mais fácil e confortável ao bolso.

Por Camila Viol.

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COMUNICADO

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Por isso, você está recebendo este comunicado para ficar ciente de que a HF Urbanismo estará enfrentando essa situação junto com você e lhe concederá desconto de 10% (dez por cento), para pagamentos pontuais, no valor do próximo vencimento/parcela, bastando para tanto que faça contato através dos seguintes meios:

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Data 25/03/2020.
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