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01 set 2016

Crise: A esperança para o Brasil

O resultado do prolongado processo democrático de impeachment, definido ontem, o histórico 31 de agosto, devolve a esperança a milhares de brasileiros e reforça as possibilidades de o País atenuar sua grave crise política, econômica e moral. A votação no Senado não deixou dúvidas: 61 votos “sim” pela cassação de Dilma Rousseff e apenas 20 “não”. Uma vitória folgada, bem além dos 54 votos necessários. Nenhum senador deixou de votar. É hora de o Brasil mudar. Uma vez afastado definitivamente o governo responsável pela crise, é momento de cada cidadão e cada empresa continuarem trabalhando, agora com mais ânimo, mesmo sabendo que ainda há muitos obstáculos pela frente.

As lideranças do setor imobiliário fizeram sua parte: já em agosto de 2014, durante a Convenção Secovi, foi divulgado o documento de propostas para os candidatos à Presidência da República; definido o resultado das urnas e revelada a crise que a propaganda eleitoral escondia, o Secovi-SP e a AELO participaram de protestos e manifestaram apoio à tese legítima do impeachment. Multidões foram para as ruas, condenando o estilo de governo e defendendo o combate à corrupção liderado pelo juiz Sergio Moro.

 

Crise: A esperança do Brasil

 

Uma vez aberto o processo de impeachment, houve vitórias expressivas na Câmara dos Deputados e no Senado, onde o governo julgado teve oportunidade de fazer sua defesa. Golpe? Armação das elites e da mídia? Parlamentares eleitos pelo povo votaram na sessão do Senado sob a liderança do presidente do Supremo Tribunal Federal num cenário de evidente estilo democrático dos Três Poderes: políticos do Poder Executivo condenados por políticos do Poder Legislativo, sob a Constituição de 1988 e com regras definidas pelo Poder Judiciário. Prevaleceu o verde e a amarelo, uma vitória expressiva contra o governo caracterizado pela incompetência, por um bilionário marketing de mentiras e por vários integrantes denunciados por corrupção.

De acordo com a Constituição, o vice-presidente da República, Michel Temer, presidente interino desde 12 de maio, assumiu ontem a Presidência efetiva para governar até 31 de dezembro de 2018. Com seus ministros, com suas metas. Dois anos e quatro meses pela frente, em que Brasil precisará deixar de lado antigas divisões plantadas pelo estilo nefasto de “nós” e “eles” e do “toma lá, dá cá”. A fábula acabou. É hora de construir. Viva o Brasil!

 

Fonte: Boletim online 615 – AELO