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Como Financiar um Imóvel e Negociar com Vantagens!

Para conseguir um bom financiamento é preciso estar atento às regras do mercado e buscar sempre as melhores condições a longo prazo.

Se você já se planejou para adquirir um imóvel próprio, seja casa, apartamento ou ponto comercial, certamente esbarrou nas regras e exigências feitas pelos bancos para autorizar financiamentos.

A grande maioria dos imóveis negociados no Brasil é comprada através de financiamentos de diversos tipos. Mesmo que o comprador já tenha uma boa parte do valor do imóvel no momento da negociação, o financiamento costuma estar presente para complementar a compra.

Hoje o mercado oferece diversas possibilidades de financiamento. Em alguns casos, as garantias são bastante flexíveis, em outros há a possibilidade do desconto diretamente na folha de pagamento. Há ainda as parcelas que reduzem progressivamente ao longo dos anos e aquelas em que os juros são fixados em contrato e não sofrem a variações da taxa básica determinada pelo Banco Central.

Em meio a tantas possibilidades, é preciso estudar com muita calma qual a modalidade de financiamento será escolhida em cada caso. Embora muitos compradores se vejam limitados pelas regras e exigências dos bancos, dedicar um pouco mais de tempo à pesquisa e negociação pode significar uma economia considerável ao final do contrato.

Condições de financiamento

É preciso estar atento para conseguir as melhores condições de financiamento

 

O mercado imobiliário sofreu uma grave crise nos últimos anos, mas já começa a dar sinais consistentes de recuperação. Isso se expressa tantos no aumento de novos lançamentos e vendas quanto na maior oferta de empregos e, o que mais interessa ao consumidor final, melhores condições de financiamento.

Isso acontece porque os estoques de unidades habitacionais e comerciais ainda estão bastante altos em todo o Brasil e as empresas cada vez mais oferecem benefícios e facilidade para transferir esse estoque “parado” para as mãos de novos donos.

Ter tantos imóveis vazios é um problema para as construtoras e incorporadoras, uma vez que o fato de não estar sendo habitado ou utilizado para um empreendimento comercial não significa que ele não demande gastos.

A manutenção de imóveis requer um volume grande de recursos não apenas para manter a estrutura física, como pintura, acabamentos e instalações elétricas e hidráulicas. O IPTU precisa ser pago em dia mesmo com o imóvel vazio e, se ele estiver localizado em um condomínio, a taxa condominial mensal também fica a cargo da construtora ou incorporadora.

Além disso, um imóvel tende a se desvalorizar se ficar muito tempo desocupado. Isso acontece por causa da lei da oferta e da procura, em que o preço cai sempre que o mercado perde ou diminui seu interesse em determinado produto.

Todos esses exemplos mostram que há um interesse real e cada vez maior por parte das empresas do setor imobiliário para negociar suas unidades. Isso significa uma vantagem que pode e deve ser aproveitada para conseguir bons preços e boas condições de pagamento.

Afinal de contas, não se trata apenas de conseguir um valor menor em determinado imóvel. É claro que isso por si só já representa um ganho considerável, mas uma vez que a maior parte dos imóveis no Brasil é adquirida através de financiamento, é igualmente importante conseguir taxas e condições vantajosas pelos próximos anos.

Loteamentos e condomínios prontos para financiar e construir!

 

Menos Juros, Mais Poder de Compra

Além do comportamento do próprio mercado imobiliário, algumas movimentações do governo em relação à política econômica do país também podem oferecer ótimas vantagens na hora de financiar. A taxa básica de juros, por exemplo, tem reduzido de maneira constante desde o ano passado e hoje está em 6,5%, um patamar muito bom para quem pretende contratar um financiamento.

Isso acontece porque quando o Banco Central define uma taxa básica, todos os outros bancos costumam adequar as suas próprias taxas de juros a um valor próximo. Dessa forma, uma taxa básica mais baixa significa taxas mais baixas em todo o mercado financeiro, mesmo entre as instituições privadas.

Para dar um exemplo, uma pesquisa realizada pelo site Canal do Crédito mostrou que o poder de compra de quem contrata empréstimos cresceu 20% desde o início do ano passado. Isso não significa que houve um aumento salarial ou de renda tão significativo no país, e sim que a maior disponibilidade de crédito permite que mais pessoas possam adquirir imóveis de valor mais alto.

Em número isso significa quem um comprador com renda familiar de R$ 8 mil hoje consegue financiar um imóvel de até R$ 345 mil. Em janeiro de 2017, esse mesmo comprador só conseguiria crédito para imóveis de até R$ 300 mil, um valor 15% menor.

 

Como Financiar um Imóvel?

Agora que você já sabe que os ventos do mercado voltaram a soprar a seu favor, deve se perguntar o que fazer para conseguir as melhores condições de financiamento para seu imóvel novo.

Um dos critérios mais determinantes para as suas possibilidades de financiamento é a sua renda familiar mensal. Esse valor inclui não apenas salários, mas qualquer outro ganho que você possivelmente tenha e possa comprovar de alguma forma.

Esse valor não necessariamente precisa estar vinculado a uma única pessoa. Por exemplo, se você trabalha como assalariado e sua esposa tem uma pequena loja de roupas, é possível reunir o seu salário com a retirada mensal dela. Isso é o que se chama “compor renda” e é um recurso muito utilizado para conseguir valores de financiamentos mais altos.

A renda mensal vai determinar não apenas o valor máximo do imóvel que o banco vai aceitar financiar para você, mas também o valor máximo das parcelas que você vai poder pagar. Isso acontece porque a mensalidade do financiamento imobiliário não pode ultrapassar 30% da renda familiar mensal de quem contrata.

Assim, quanto mais renda você puder comprovar, mais alto o valor do imóvel que vai poder comprar e melhores serão as condições de pagamento.

Além da faixa de renda, a entrada é uma das questões que geram mais dúvidas entre os compradores na hora de contratar um financiamento. É obrigatório dar um valor de entrada? Qual a entrada mínima para financiar um imóvel? Preciso ter o valor da entrada na hora da contratação? Aqui vamos responder algumas dessas perguntas.

A grande maioria dos financiamentos disponíveis no mercado pedem uma entrada de cerca de 30% do valor do imóvel. Essa é uma média, mas a entrada mínima possível para imóveis novos não é menor que 20%.

Uma possibilidade para quem não tem o valor da entrada em mãos é o uso de cartas de crédito por consórcio. Nessa modalidade, o valor total é diluído em mensalidades pagas por todos os participantes do consórcio e pode ser resgatado por lance ou sorteio dependendo da administradora.

Dessa forma, uma vez que você seja contemplado pode utilizar esse recurso como entrada no imóvel que deseja. Se o valor for alto, as mensalidades serão reduzidas e seu poder de negociação com o banco aumento consideravelmente.

Algumas loteadoras como a HF Urbanismo oferecem ainda a opção de utilizar seu carro próprio como entrada para o imóvel. Para isso ocorre uma avaliação do veículo e alguns trâmites legais, que a empresa facilita com o mínimo de burocracia.

Conheça empreendimentos prontos para financiar sem burocracia!

 

por Felipe Libório.

Fontes: Exame – Abril | Planejar.org.br