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Tendências apontam Crescimento do Mercado Imobiliário em 2019

Tendências para o Mercado Imobiliário 2019

Com um início de ano promissor, o mercado imobiliário apresenta boas tendências para 2019. (Imagem: Publicidade Imobiliária)

 

As expectativas para o reaquecimento do mercado imobiliário em 2019 são as melhores possíveis. Os indicadores apontam que, desde 2017, o setor vem se reestruturando e prosperando, após um longo período de crise.

O otimismo se dá por conta das novas estatísticas levantadas. Pesquisas apontaram que houve uma melhora significativa nos números relacionados à compra, venda e locação de imóveis e terrenos nos anos de 2018 e 2019.

Entre os fatores associados ao aumento dos índices estão, principalmente, a estabilização econômica e a melhora na negociação para aquisição dos imóveis, já que, com o setor em crise, foi necessário dar uma pausa na produção de novos empreendimentos e facilitar a venda dos que já estavam disponíveis.

Com a retomada da economia, os bons ventos sopram novamente em favor do mercado imobiliário. Os resultados já podem ser sentidos na prática: houve uma importante valorização no preço do metro quadrado nas principais cidades do país.

Um exemplo disso é a cidade de São Paulo, onde o metro quadrado passou de 88 para 94 reais entre 2018 e 2019, comprovando a evidente recuperação no setor. Só no primeiro semestre do ano passado, houve um aumento de 52% na comercialização de imóveis na capital paulista, se comparado com o mesmo período no ano anterior.

Tendências para o Mercado Imobiliário Infomoney

Pesquisa realizada aponta valorização no preço do metro quadrado em São Paulo, depois de anos seguidos com o valor em queda. (Imagem: Infomoney)

 

Em relação à vacância de imóveis, o resultado apurado por empresas especializadas foi uma redução no percentual, que passou de 29,5 %, em 2016, para 18%, em 2018, no índice de imóveis vagos na cidade. Os dados são da Cushman & Wakefield, companhia especializada em consultoria imobiliária.

Para que se tenha ideia da forte retomada do setor ante ao período de recessão enfrentado, na cidade do Rio de Janeiro, em 2017, foram lançados 31% a menos de novos empreendimentos em comparação com o mesmo período em 2016, segundo a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ).

Num comparativo, só no terceiro trimestre de 2018, o lançamento de empreendimentos deu um salto de 30% com relação ao ano de 2017, consolidando a retomada do setor imobiliário dentro da fase evolutiva que vem ocorrendo, sobretudo, nos dois últimos anos.

Esses indicadores mostram que a fase de recessão ficou para trás, dando lugar a um positivo período de recuperação para a Construção Civil e empresas do ramo. A comprovação se dá por outra estatística valiosa para empresários e investidores: a venda de imóveis residenciais teve alta de 10%, após 6 longos anos.

Para quem deseja comprar ou investir, é bom aproveitar o momento. Com a valorização do setor, a consequência lógica é que os valores subam em decorrência da alta no preço do metro quadrado. A oportunidade para adquirir um terreno ou imóvel a preços mais convidativos é agora.

 

Flexibilidade e Boas Condições de Pagamento

Mas para o consumidor que não tiver condições de compra no momento atual, não é preciso perder as esperanças. Embora exista a perspectiva de valorização do mercado e uma natural elevação dos preços, as Construtoras e Loteadoras têm obtido mais margem para flexibilizar as condições de pagamento.

Os Governos Federal e Estadual, na estratégia de reaquecer o segmento para promover mais consumo, giro de capital e redução na taxa de desemprego, têm oferecido taxas de juros mais acessíveis e linhas de crédito mais atrativas aos empreendedores.

Da mesma forma, desde o final do ano passado, o comprador também tem se beneficiado com as novas medidas implementadas pelo Governo através da Caixa Econômica Federal, que aumentou para R$ 1,5 milhão o teto para compra de imóvel com o uso do FGTS e também ampliou o programa Minha Casa Minha Vida.

A grande recuperação do ramo de construção civil está justamente no equilíbrio entre os dois elos que compõem o mercado imobiliário: as empresas, que têm mais margem para negociar preço e condições de pagamento, e o consumidor final, que tem mais poder de compra e facilidades para quitar a dívida.

Atualmente, é possível flexibilizar o pagamento através de permuta com outros imóveis, automóveis, entrada facilitada, linhas de crédito, taxas de juros inferiores e outros meios que permitem ao cliente adquirir o imóvel sem complicar o bolso.

Essas boas condições indicam que houve uma crescente de 50% para 70% na porcentagem do que pode ser financiado na compra do imóvel ou lote. Essa maior facilidade na negociação se deve, além dos fatores apontados, ao aumento na confiabilidade entre investidores e clientes.

 

Lei do Distrato oferece Negociação Justa e Transparente

Em dezembro de 2018, o ex-Presidente Michel Temer sancionou a Lei do Distrato Imobiliário, que dispõe sobre as regras e penalidades para casos de dissolução de contrato por motivos de desistência e inadimplência de ambas as partes.

Uma das principais cláusulas da nova legislação é a aplicação de multa de até 50% do valor pago pelo adquirente em caso de descumprimento do contrato, caso o imóvel esteja enquadrado como Patrimônio de Afetação. Até então, a penalidade chegava, no máximo, a 25% do valor.

No caso dos loteamentos, esse percentual é de até 10% do valor do contrato, e a devolução pode ser feita em até 12 parcelas. A medida animou empresários do setor a investir ainda mais, já que agora contam com mais segurança para efetuar os acordos.

Mais Segurança nas Negociações: Entenda mais sobre a Nova Lei do Distrato Imobiliário.

A regulamentação da medida trouxe maior respaldo jurídico para empresas e investidores na hora de firmar novos contratos e também mais transparência para os consumidores, que agora contam com termos contratuais minuciosamente detalhados e especificados sobre os critérios em que se darão a aquisição do imóvel.

Tendências para o Mercado Imobiliário Federal Times

Alterações na Lei do Distrato darão mais transparência e segurança jurídica aos acordos firmados entre empresas e clientes na compra de imóveis. (Imagem: Federal Times)

 

Os indicadores mostram que a implementação da legislação acerca do Distrato, juntamente com a queda da inflação, o crescimento do PIB e as melhores condições financeiras viabilizadas pela redução dos juros, deram ao setor o fôlego necessário para se recuperar em definitivo da crise, voltando a prosperar e expandir.

Aliado a isso, ainda há uma grande expectativa que gira em torno da Reforma da Previdência Social, proposta pelo atual governo. Investidores esperam que, com a aprovação da medida, ocorra um necessário ajuste das contas públicas e estabilize, por completo, a economia.

O texto da Reforma segue agora para apreciação dos deputados no Congresso Nacional, e, se aprovada, passará ainda pelo voto dos senadores para posterior sanção do Presidente. De olho nos desdobramentos do Governo, o mercado imobiliário se apresenta em seu melhor momento da última década.

Seja para comprar ou vender, é hora de aproveitar as oportunidades para investir e obter as melhores condições que o ano de 2019 oferece aos empresários e consumidores.

 

por Camila Viol.

Fontes: Infomoney | Política Estadão | Exame Abril