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Recuperação e Oportunidades do Mercado Imobiliário em 2018

Apesar da retração provocada pela crise, o setor imobiliário já começa a se recuperar e o futuro é de otimismo para negociações e lançamentos de novos empreendimentos.

Todo investidor que atua no mercado de imóveis há cinco anos ou mais sabe que o último período não foi o mais favorável para o setor.

Depois de anos de grande expansão impulsionada pelo bom momento econômico em que vivia o país, principalmente entre 2010 e 2013, o mercado de imóveis viveu uma forte queda que durou mais de três anos.

Nessa época muitos investidores tiraram seu capital do setor imobiliário e buscaram novas maneiras de fazer seu dinheiro render. Chegou-se a dizer até mesmo que o mercado de imóveis não era mais um investimento seguro e que quem quisesse obter lucro deveria fugir dele.

Mas vamos com calma! Antes de tirar conclusões precipitadas é preciso entender o que de fato aconteceu e por que as condições atuais são diferentes.

Recuperação do Mercado Imobiliário em 2018

Sinais de recuperação já podem ser vistos no mercado imobiliário

 

Boa parte da queda brusca verificada na compra e venda de imóveis entre 2014 e 2016 foi resultado direto da crise financeira internacional, que afetou praticamente todas as grandes economias do mundo e gerou uma gigantesca onda de demissões.

Com o desemprego em alta, milhares de pessoas que haviam contratado empréstimos e financiamentos imobiliários deixaram de ter como pagar as mensalidades. Como consequência, a inadimplência disparou e os principais bancos do país começaram a tomar cuidados extras antes de liberar empréstimos e financiamentos.

Na prática, esses cuidados acabaram por reduzir o número de pessoas que conseguiam um empréstimo ou financiamento, uma vez que os juros se tornaram maiores e as exigências muito mais complexas.

Como no Brasil a maior parte dos imóveis é negociada através de financiamento, isso foi um golpe ainda mais duro no setor imobiliário, que já vivia maus momentos por causa da crise.

Sem crédito e inseguro sobre sua própria renda, já que as ondas de demissões continuavam a acontecer, o consumidor final passou a pensar muito mais antes de utilizar seu dinheiro.

Mesmo quem já era habituado a investir decidiu aplicar o que tinha em investimentos mais seguros e que não sofressem as variações bruscas de preço que estavam acontecendo com os imóveis residenciais e comerciais de todo o país.

O resultado pode ser visto nos números. Em 2013, a cidade de São Paulo teve 300 mil metros quadrados de empreendimentos comerciais entregues. A partir de 2014, menos da metade desse número estava negociada, resultando em centenas de prédios desocupados e prejuízos com a manutenção, os condomínios e os impostos que precisavam ser pagos pelas incorporadoras.

 

O Início: Recuperação do Mercado Imobiliário

É claro que um cenário como esse não muda da noite para o dia, afinal estamos falando de um movimento econômico em grande escala. No entanto, os últimos meses de 2017 e primeiros meses de 2018 apresentaram números que indicam o início de uma recuperação no setor.

Dados da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) em parceria com a Universidade de São Paulo (USP) mostram que o número de imóveis residenciais negociados entre janeiro de 2017 e janeiro de 2018 teve alta de 12%. No mesmo período também foram lançadas 22,2% mais unidades.

Somente em janeiro deste ano foram vendidas 8.412 unidades, número bem superior à média mensal de 7.616 registrada nos três primeiros meses do ano passado.

Outro dado que traz boas notícias sobre o futuro do setor imobiliário é o volume de financiamentos realizados com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

Em janeiro de 2018 essa modalidade movimentou R$ 3,84 bilhões, valor 4,4% maior que no mês anterior. Se compararmos com o volume de financiamento pelo SBPE registrado em janeiro de 2017, a alta chega a 23,7%.

A redução constante da taxa Selic nos últimos meses também é um fator positivo para o mercado de imóveis. Uma vez que ela tende a ser a menor taxa de juros praticada pelo mercado, a tendência é que os juros praticados pelos bancos em empréstimos e financiamentos também se reduzam, aumentando o número de pessoas com renda capaz de contratá-los.

Ao mesmo tempo, a Selic baixa torna o rendimento da poupança bem menos vantajoso e incentiva a busca por novas formas de investimento. No Brasil, investir em imóveis é tão popular quanto aplicar na poupança e o investimento imobiliário pode ocupar parte do espaço que hoje é da caderneta.

Para completar a lista de boas notícias, a Caixa Econômica Federal anunciou um orçamento de R$ 82,1 bilhões para financiamentos habitacionais em 2018. A meta é alcançar a marca de 650 mil unidades habitacionais nos próximos anos.

Desse recurso, R$ 58,8 bilhões são provenientes do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e R$ 12,7 bilhões do SBPE.

Quer aproveitar a recuperação do setor imobiliário? Conheça agora os empreendimentos!

 

O Momento Certo para Investir

É aqui que as coisas começam a ficar interessantes para quem busca onde investir. Como você sabe, o segredo para um bom retorno sobre investimento é que o valor aplicado seja o menor possível em comparação com o valor de venda.

Se há poucas pessoas interessadas em comprar, os estoques sobem e os preços descem devido à lei da oferta e da procura, certo?

Mas se a quantidade de compradores começa a aumentar, é natural que os preços também sofram reajustes proporcionais e se tornem um pouco mais altos do que estavam sendo praticados nos últimos anos.

Um bom investidor sabe como identificar esses fluxos e operar de acordo com um segredo utilizado pelos aplicadores mais bem sucedidos: comprar na baixa para vender na alta.

Se você negocia um imóvel hoje, ainda consegue aproveitar em parte a redução de preços que foi vista nos últimos anos devido à crise. Se você fizesse isso logo que os preços caíram, tudo o que teria era uma grande quantidade de imóveis parados e sem conseguir negociar.

Investimento em imóveis - Londrina - PR

Londrina é uma das cidades onde investir em imóveis permanece um bom negócio

 

No entanto, o mercado já mostra estar se reaquecendo e as vendas não param de aumentar. Nesse novo cenário, o risco é muito menor e as chances de que a compra por um preço reduzido seja logo compensada por vendas a valores vantajosos são muito maiores.

Tudo isso mostra que investir em imóveis ainda é uma boa opção a longo prazo mesmo diante das crises econômicas que o país venha a enfrentar. O que é preciso é saber exatamente onde e quando investir para minimizar riscos e garantir o máximo retorno possível.

Um dos cuidados que o investidor deve ter é saber bem onde ele está adquirindo um imóvel para negociar. Embora as tendências econômicas gerais afetem o processo de compra e venda em todo o país, há sempre cidades e estados em que a economia apresenta melhora mesmo diante da crise.

Esse é o caso de algumas regiões com forte indústria agrícola que viram os preços de suas exportações subirem juntamente com a recente alta do dólar.

A HF Urbanismo, por exemplo, apostou em cidades do interior com economia dinâmica e grande potencial para crescimento nos próximos anos. Os resultados positivos mostram que essa foi uma escolha acertada e mais de 15 novos empreendimentos foram lançados em 11 cidades de cinco estados brasileiros.

Além disso, a decisão de investir em loteamentos e condomínios é outro trunfo para a negociação dos imóveis. Isso porque terrenos sem área construída costumam ter valores mais acessíveis, são mais fáceis de financiar e têm custos de manutenção bem inferiores aos de casas e apartamentos.

O consumidor final que opta por loteamentos também ter um perfil diferente do que busca casas ou apartamentos prontos. Como ele está planejando construir do zero, costuma ter mais recursos ou possibilidades de financiamento à sua disposição.

Há ainda os que já possuem imóvel próprio e podem utilizá-lo como garantia ou entrada para adquirir o novo. Isso torna as taxas cobradas pelos bancos bem mais baixas e dá uma segurança maior durante toda a negociação.

Outro fator de sucesso dos empreendimentos da HF Urbanismo é a oferta de financiamento diretamente com a incorporadora. Essa modalidade reduz consideravelmente a burocracia, apesar de manter os critérios de avaliação de renda e crédito que garantem que os riscos da operação se mantenham em nível aceitável. Há até mesmo a possibilidade de utilizar veículo próprio como entrada.

 

por Felipe Libório.

Fontes: Correio Braziliense | Em.com.br | Jornal do Comércio