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Financiamento: Novas Regras da Caixa Econômica Federal

A Caixa Econômica Federal anunciou mudanças nas taxas de juros para financiamentos, uma ótima notícia tanto para o consumidor final quanto para quem quer investir no mercado imobiliário.

Essa medida vem juntamente com uma nova onda de otimismo no setor e parece apontar para um 2018 bem melhor que os últimos anos marcados pela crise.

O financiamento é a maneira mais popular de adquirir imóveis novos e usados no Brasil. No entanto, ele nem sempre tem regras e cotas acessíveis a todos que querem realizar o sonho da casa própria.

Limites ou obrigatoriedade de comprovação de renda, taxas que ultrapassam a capacidade de endividamento mensal e dificuldades para oferecer um bom valor de entrada são alguns dos obstáculos enfrentados por quem está buscando comprar um imóvel próprio através de financiamento.

No entanto, a necessidade de reaquecer a economia e o relativo otimismo que já começa a se notar no setor imobiliário fizeram com que bancos e governo pensassem em medidas para facilitar o crédito e a negociação de casas, apartamentos e terrenos residenciais.

Após queda e retração da indústria de construção civil nos anos anteriores, o governo passou a anunciar uma série de medidas com o objetivo de impulsionar as vendas e lançamentos do setor.

Novas Regras da Caixa Econômica Federal

Novas regras tornam mais fácil e barato financiar imóveis

 

Isso significa não apenas que o mercado começa a dar sinais de melhora, mas que o governo está comprometido a incentivar a recuperação do setor imobiliário.
Uma das últimas medidas nesse sentido foi anunciada pela Caixa há poucos meses e se mostrou uma ótima notícia para quem está pesquisando e se planejando para adquirir um imóvel.

Novas Regras de Financiamento - CEF

O sonho da casa própria se tornou mais acessível para milhares de famílias

 

Juros Mais Baixos, Maior Poder de Compra

Após duas reduções no valor máximo permitido para o financiamento de imóveis em 2017, em abril a Caixa anunciou mudanças importantes na taxa mínima de juros praticadas em negociações feitas pelo Sistema Financeiro Habitacional (SFH) e o Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).

O primeiro grupo, do SFH, é composto por imóveis residenciais com valor até R$ 800 mil em todo o país. A exceção é para imóveis nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, que podem ter valores até R$ 950 mil devido à valorização e às particularidades de seus mercados imobiliários.

Para os imóveis desse grupo, a taxa mínima de juros que podem ser aplicados nos financiamentos caiu de 10,25% para 9%. A esse valor deve ser somada a Taxa Referencial, porém até 30 de julho ela está fixada em 0% pelo Banco Central.

Esse percentual está zerado desde outubro de 2017 e deve permanecer assim pelos próximos meses, já que representa parte da política e estratégia financeira do governo atual.

Já o SFI enquadra os imóveis residenciais que se encontram acima do limite do SFH e cujo valor não ultrapasse o teto de R$ 3 milhões. Para financiar imóveis desse tipo, a taxa mínima de juros caiu de 11,25% para 10% ao ano mais Taxa Referencial, também de 0%. Outra boa novidade é que as taxas de juros máximas que podem ser cobradas para esse tipo de financiamento também caíram de 12,25% para 11,25%.

Isso significa que os bancos que desejarem, podem reduzir os juros cobrados no financiamento, fazendo com que ele esteja acessível a um número maior de clientes.

Aproveite as novas regras de financiamento e confira as oportunidades para negociação!

 

Embora uma queda de pouco mais de um ponto percentual possa parecer pequena se olhada de maneira isolada, em um financiamento a longo prazo ela pode representar uma redução considerável no valor final que é pago pelo imóvel.

Para dar um exemplo, se você adquirir um imóvel no valor de R$ 300 mil pagando os juros mínimos de 9%, ao fim de 30 anos deve pagar cerca de R$ 50 mil a menos do que iria com a taxa anterior de 10,25%. Para valores em torno de R$ 450 mil, a economia pode chegar a R$ 75 mil no mesmo período e para imóveis acima de R$ 800 mil, o valor economizado chega aos R$ 135 mil com as novas taxas.

Esse valor não apenas é um alívio no bolso do consumidor final, mas representa também mais dinheiro livre para circular na economia, inclusive retornando como investimento em reformas e reparos para valorizar o imóvel adquirido ou ainda em maior flexibilidade no orçamento doméstico para financiar um outro imóvel.

 

Regras e Vantagens do Financiamento

Mas atenção: essas mudanças valem apenas para financiamentos contraídos através do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

O SBPE é uma modalidade de financiamento por carta de crédito que utiliza os recursos da caderneta de poupança aplicadas nos bancos do país. Ou seja, o banco utiliza os valores depositados por milhares de clientes em suas poupanças para realizar esses financiamentos, devolvendo ao fim do mês o mesmo valor acrescido da taxa de rendimento.

Por se tratar de recursos próprios provenientes de uma fonte bastante segura e estável, que é o caso da caderneta de poupança, as regras e taxas para essa linha de financiamento costumam ser bastante atrativas.

O prazo para pagamento, por exemplo, é de 35 anos e não há limite de renda para financiar. É permitido também que a pessoa que contrata o financiamento tenha outros imóveis em seu nome e, dependendo do caso, as mensalidades podem ser descontadas automaticamente da conta corrente na Caixa Econômica Federal ou folha de pagamento.

Uma regra que costuma ser um impedimento paras muitas pessoas é a que determina que as mensalidades não possam ultrapassar os 30% da renda mensal da família. Essa é uma medida que tem como objetivo diminuir a inadimplência e a possibilidade de quebra de contratos, que são um grande problema no mercado imobiliário.

No entanto, com os juros mais baixos, o valor pago mensalmente por quem deseja contratar o financiamento se torna menor, aumentando a quantidade de pessoas cuja renda comporte a regra dos 30%.

Ao investir em imóveis ou financiar o imóvel próprio, é importante verificar se a incorporadora deu a atenção necessário a todo o procedimento de legalização, principalmente no caso de terrenos sem área construída.

Esse tipo de imóvel é muito atrativo por seu preço mais competitivo e baixo custo de manutenção, mas também é um dos que mais apresentam casos de fraude ou ilegalidade.

A HF Urbanismo segue rigorosamente os padrões e processos legais em todos os empreendimentos que lança nos cinco estados brasileiros em que está presente. O resultado é a entrega de loteamentos com excelente infraestrutura, totalmente legalizados e que apresentam grande capacidade de negociação.

A localização dos condomínios e loteamentos é estratégica e sempre pensada de acordo com as tendências e fluxos de crescimento das cidades. Isso garante que os imóveis sejam atrativos ao consumidor final, principalmente aquele com capacidade e renda para contrair um financiamento.

Além disso, a possibilidade de financiar mesmo tendo outro imóvel em seu nome permite que muitas pessoas utilizem as casas ou apartamentos onde moram como garantia para taxas e mensalidade mais vantajosas.

A HF Urbanismo também oferece financiamento diretamente com a incorporadora, com facilidade e menos burocracia. Entre as vantagens está a possibilidade de utilizar veículo próprio como entrada mediante avaliação.

Invista e comece a realizar o sonho da casa própria!

 

por Felipe Libório.

Fontes: G1 – Globo.com | Caixa Econômica Federal | Em.com.br