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Construção civil registra crescimento em fase final de pandemia

Remando contra a maré da crise, setor se apresenta como oportunidade para quem busca segurança financeira.

 

 Números positivos da construção civil mostram que o setor sofreu menos impactos que os demais na pandemia. (Imagem: Shutterstock)

 

Não é novidade que o cenário econômico no Brasil tem se mostrado instável nos últimos anos. Sobretudo em razão da pandemia do coronavírus, a alta nos preços tem tornado os consumidores receosos.

Mas, na contramão da crise financeira, está o setor de construção civil, que tem apresentado números positivos e uma crescente significativa, mesmo diante do panorama inflacionário no país.

Apesar da alta nos insumos e materiais básicos de construção como cimento, cobre, aço, PVC e cerâmica, o setor registrou, no último semestre, aumento no número de vagas de emprego e a maior alta nos últimos 10 anos do PIB setorial, segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

Mas, afinal, o que explica o sucesso do mercado imobiliário neste momento delicado decorrente da pandemia e por que ele não para de valorizar e se destacar como um dos mais importantes pilares da economia brasileira?

 

Segurança financeira

 

A principal resposta está na segurança financeira que os imóveis possibilitam.

Dentro de um cenário instável, no qual os preços oscilam frequentemente em razão da inflação e da desvalorização da moeda, comprar ou investir num imóvel é uma forma de transformar risco financeiro em bem patrimonial.

Isso porque outras fontes de rendimento e aplicações variam de acordo com o balanço financeiro mundial, cotação de aplicações, bolsa de valores, equilíbrio da moeda, commodities e afins.

Já para terrenos e imóveis, que não perdem significativamente o valor agregado em decorrência de fatores externos, há um risco financeiro menor e mais segurança para não desvalorizar o capital.

Com a flutuação do dólar e o desequilíbrio cambial entre países que vêm sofrendo com as consequências da pandemia e da guerra entre Rússia e Ucrânia, o mercado vem se apresentando instável e a melhor saída é garantir o patrimônio com a compra de terrenos e imóveis.

Setor em crescimento

 

Comprar imóveis como uma forma segura de investimento fez com que o mercado imobiliário vivenciasse um novo boom, com um significativo aumento no número de lançamentos, novos projetos e multiplicação dos canteiros de obras.

 

A valorização do mercado imobiliário aumentou o número de vagas diretas, gerando emprego e renda ao brasileiro em tempos de crise. (Imagem: Agência Brasil)

 

Com a pandemia, o mercado precisou recorrer a novas alternativas que favorecessem aos consumidores, flexibilizando as formas de pagamento e oferecendo taxas de juros e crédito muito mais convidativos para o financiamento de novos imóveis.

Uma interessante constatação das consequências da pandemia é o fato de que as pessoas modificaram a forma de pensar, reduzindo gastos triviais e optando por investir no futuro, priorizando o bem estar, saúde e moradia, o que impactou diretamente na venda de novos imóveis.

Com isso, a construção civil registrou, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), aproximadamente, um terço a mais de novas vagas de trabalho no setor se comparado a julho de 2021.

Os números positivos representam um avanço de 9,7% no PIB (Produto Interno Bruto) da construção, o que mostra a força do segmento para o fortalecimento da economia nacional.

 

Alta nos insumos e materiais

 

Apesar dos números positivos do setor, quem se programou para construir ou reformar, tem se deparado com um dos grandes desafios da crise financeira atual: driblar a forte alta nos preços de itens básicos de construção.

O aumento expressivo dos insumos assustou os consumidores, que se depararam com um crescimento de cerca de 50% em grande parte dos materiais de construção, como o aço e o PVC.

Já o cimento e o cobre, em aproximadamente 6 meses, registraram alta de cerca de 20% no custo, e o bloco de cerâmica quase dobrou de valor, segundo levantamentos do IBGE e de órgãos do setor.

O reajuste no material acompanhou a inflação de mercado que decorre de vários fatores internos e externos, atingindo desde o vendedor primário, que compra mais caro e precisa revender com o reajuste embutido, até o consumidor final.

A crise sanitária causada pela COVID-19 também gerou graves consequências no mundo todo, como a escassez de matéria-prima. Na eminência da falta de insumos, houve uma redução de exportações de insumos para proteção do abastecimento interno de cada país.

Da mesma forma, a guerra entre Rússia e Ucrânia e a ameaça de abstenção do gás russo tem afetado diretamente o balanço econômico em escala global.

Por fim, e atrelado aos fatores externos, está a crise econômica no Brasil, que tem gerado desemprego, queda do poder aquisitivo, altas nos juros e atingiu em cheio o bolso do consumidor.

Para vencer esse desafio e manter o mercado aquecido, a alternativa foi oferecer melhores condições e vantagens especiais como formas de pagamento.

 

Linhas de crédito especiais e financiamento

 

O aumento expressivo tornou os consumidores mais cautelosos na hora da compra.

Para evitar maiores dores de cabeça com a inflação, a orientação é que o cliente que tenha condições, opte pelo pagamento à vista, ou, ao menos, garanta a maior parte do pagamento no ato da compra.

Outra alternativa, caso não seja possível dispor do valor total à vista, é recorrer às linhas de crédito e financiamento disponibilizadas por instituições e agentes bancários.

 

Com a economia instável, investir em imóveis é alternativa segura para proteger o patrimônio. (Imagem: banco de dados)

 

No caso da compra de terrenos e imóveis, muitas vezes é possível também fazer o financiamento diretamente com a própria construtora ou loteadora, que permite condições especiais ao cliente.

Isso porque, desde 2020, com a pandemia, as instituições flexibilizaram as formas de pagamento e disponibilizaram melhores linhas de crédito para o consumidor, tornando mais acessível a compra e investimento no mercado imobiliário.

Em tempos de instabilidade e crise econômica, recorrer às possibilidades oferecidas pelo mercado para proteger o capital é uma boa forma de pensar no presente e investir no futuro.

 

Por Camila Viol.

 

 

 

FONTES:

 

Correio Braziliense

 

Jornal Cruzeiro

 

PiniWeb

 

Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC)

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